Revista Maisoffroad 4x4 - Edição Nº 248 - Fevereiro 2025
fazemos importações sob encome com militaria, produtos vintages, r fazemos importações com militaria, produto kit mb/gpw kit mb/gpw m38 m38 Representante exclusivo MD JUAN na América Latina Representante exc lusivo MD JUAN na América Latina carrocerias e peças para restauração carrocerias e peças para restauração capota e bancos em lona para todos os jeeps e viaturas militares capota e bancos em lona para todos os jeeps e viaturas milita res PEÇAS DE JEEP MILITAR PARA RESTAURAÇÃO OU MILITARIZAÇÃO PEÇAS DE JEEP MILITAR PARA RESTAURAÇÃO OU MILITARIZAÇÃO fazemos importações sob encomenda e trabalhamos com militaria, produtos vintages, roupas militares, etc. fazemos importações sob encomenda e trabalhamos com militaria, produtos vintages, roupas militares, etc. www.orecruta.com.br www.lojaorecruta.com.br www.orecruta.com.br www.lojaorecruta.com.b r R$ 179,00 R$ 179,00 R$ 279,00 R$ 279,00 R$ 279,00 Só Só Só Só Só 190mm 190mm 190mm 175mm 175mm 175 155mm 155mm 155mm 95mm 9 5mm 300mm 300mm 300mm 275mm 275mm ammo50 ammo 50 ammo 50 ammo30 ammo 30 valores diferenciados para atacado valores diferenciados para atacado caixa de munição caixa de munição caixa de munição valores diferenciados para O Var (Viatura para Aplicação Rural) Javali, foi pro- jetada e construída pela CBT – Companhia Brasileira de Tratores, uma empresa de São Carlos (interior paulista) que já vinha fabricando tratores há mais de 25 anos, quan- do deu início ao projeto de seu jipe. Percebendo a grande demanda no segmento rural – o mesmo que já se utilizava dos tratores e implementos agrícolas a CBT resolve fabricar o seu próprio utilitário, que viria a ser uma espécie de complemento auxiliar ao trabalho dos tratores. Nasce então o Javali, sob o signo da simplicidade e versatilidade. Segundo entrevista dada à revista 4×4 & Pick-Up na época do lançamento do veículo, o engen- heiro Ove Schirm – responsável pelo desenvolvimento do projeto idealizado por Mário Pereira Lopes, presidente da empresa “o Javali tem como diretriz de projeto, o máximo possível de simplicidade. Procuramos sempre mantê-lo dentro dos conceitos originais de um autêntico jipe. É um utilitário de volta às origens, se m nenhuma sofisticação.” A maior meta da CBT e m r elação ao Javali, era ofere- cer um carro de trabalho, si mples e muito barato. Os cál- culos do fabricante apontavam um preço similar ao de um Chevette, o carro mais barato do Brasil na época. Nascimento oportuno O nascimento do Javali , em 1988 aconteceu em um momento oportuno, pois há cinco anos a Ford havia en- cerrado a produção do CJ-5. Com isso o Javali passou a disputar o mercado junto com o Engesa E-4 e o Toyota Bandeirante O projeto surgiu no final de setembro de 1985, e o primeiro protótipo surge em janeiro de 1986. A partir do primeiro carro, são construídos outros dez carros, até que a CBT chegasse a finalização do modelo no final de 1988, quando o Javali foi lançado no Salão do Automóvel de São Paulo. A impressão de quem vê pela primeira vez a carroceria do Javali, feita em chapa de aço com desenho “quadradão”, estepe pendurado na lateral e grande e fraca grade diantei- ra nem sempre é das melhores. Mas a idéia da CBT não era privilegiar o design e sim a funcionalidade. Motor feito em casa A Viatura Javali foi toda construída pela CBT ou por empresas coligadas. Até mesmo o motor. Duas versões foram testadas, uma de três cilindros e 60 cavalos e outra de quatro cilindros e 72 cavalos, ambas movidas a diesel. O mais usado foi o três cilindros, que ganhou um sistema de turbo-compressor, ainda na fase de testes. O grande problema do motor de três cilindros é que ele vibrava muito além do ruído transmitido para den- tro da cabine. A colocação do turbo, além de aumentar a potência em 25 cv diminuiu tanto a vibração quanto o ruído O câmbio tem quatro marchas mais a ré, bem es- calonadas e até macias para um jipe. As alavancas do câmbio e caixa de transferência, são dispostas como as do Jeep Willys e Ford, porém a da re- duzida é maior do que a tração. Placas indicativas não deixam o condutor se confundir na hora do engate. O primeiro protótipo apresentava um vão-livre pequeno, apenas 14 cm, prejudicado pelas travessas de câmbio, muito baixas e que se tornavam um empecilho na hora de vencer obstáculos mais pesados. Isso foi mel- horado, com uma recalibrada na suspensão e a adição de calços mais altos, fazendo com que o carro ficasse 10 cm mais alto em todos os seus pontos, incluíndo o vão-livre, que subiu para 24 cm. O pr jeto inici l previa que o carro pesasse 1300 qui- lo s, mas depois de montado ele acabou somando 400 kg a mai s. É muit difícil fazer um utilitário diesel que não seja pesado. Por ter eixos compridos, o Javali tem boa estabili- dade e apresenta bom índice de inclinação lateral. Com características técnicas tão similares as do Jeep Willys – um sucesso já garantido -, o Javali tinha tudo para ser um suscesso. Mas a realidade se mostrou O javali foi comercilaizado oficialmente até meados de 1992, e até 1994, na versão 4 cilindros, apenas para atender pedidos especiais e para o uso interno da CBT. A empresa nem trator fábrica mais. Fechou as portas. Há que diga que o grande erro da CBT foi fabricar to- das as peças do Javali, até os parafusos, trazendo para si altos custos com maquinário, treinamento, etc. Viatura CBT Javali 4x4
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